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GTA LCPD parte final

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Já tinha terminado a parte 2 á mto tempo, mas esqueci de postar, por isso só chegou agora :D

Mas a parte final terminei hoje cedinho, tá prontinho e acabou de sair do forno.
Valeu! Leiam que depois eu posto uns mods legais pra vcs!

GTA LCPD PARTE FINAL
Escrito por: Gabriel Vogel

Introdução.

GTA LCPD é minha primeira fanfic. Não quero me gabar, mas além de um grande fã de GTA, sou um grande escritor. Sempre tirei as melhores notas em redação. \o/
GTA LCPD foi escrito fazendo referências entre GTA, Driver 2, CSI, Miami Vice, e vários outros filmes e jogos.
Também, esta fanfic foi e sempre será o estopim de minha carreira como escritor de contos policiais.



Capítulo 1

Estava chovendo cães e gatos em Shoreside Vale. Ninguém suspeitou uma tempestade como essa.

John recarregou sua M4 e vestiu seu colete á prova de balas. A SWAT de Liberty City agiria imediatamente, em ação conjunta com o FBI.
Catalina morreu na ambulância, perdeu muito sangue se arrastando á superfície da represa.

John estava com medo. Claude era um assassino frio e maldoso, um motorista talvez até mais talentoso que Tanner e seu estilo lembrava o Jason Bourne do filme Identidade Bourne.

A SWAT já tinha o mapa do prédio, todo tipo de serial killer e malfeitor andava por ali.

Enquanto isso, no novo apartamento de Claude...

-Você está bem? Já é a terceira bala que você tira das suas costas!- Pergunta Maria, Aflita.

Claude vira para ela e diz, enquanto colocava a última bala na pia:
-Já levei um tiro antes trabalhando para Toni Cipriani. Não dói muito.

Claude veste sua blusa preta e seu casaco de couro.

-Maria, temos de sair de liberty imediatamente! Não sei quanto tempo vai demorar até o FBI e a LCPD descobrir onde estamos! Arrume suas coisas, estamos partindo para San Fierro!-Diz Claude, atirando uma mala para Maria.

As sirenes da polícia cortam o silêncio de Shoreside Vale, a SWAT para seu caminhão em frente ao prédio.

Claude observa tudo de sua janela. Ele pega sua 9mm do armário e uma Ak-47 que ele pegara de um soldado de catalina.

O FBI cercou a rua. Os agentes federais cercaram o prédio enquanto a SWAT preparava sua entrada em dois times: O Alpha pegaria a porta dos fundos, o Bravo iria pela frente, pelas escadas.
Claude pensou em sair pelo telhado, mas era impossível pois não havia outros prédios para fugir e seria pego fácil. Pensou em sair pelo esgoto, mas a polícia e os federais já estavam nos andares de baixo, vigiando tudo.

Era uma situação sem saída. Mas Claude não gostava de desistir sem lutar, pegou sua Ak-47 e ficou esperando a SWAT.

John Reed subiu junto do time Alpha e um agente federal. Á cada passo que dava, John se cagava ainda mais de medo. Sabia que Claude tramaria alguma coisa.

O time de John chegou primeiro, pouco depois chegou o Bravo. Era hora de entrar no apartamento.

Silêncio total. Um oficial da SWAT passava um fio de fibra óptica embaixo da porta, mostrando num pequeno monitor o que se passava no quarto.

O quarto estava aparentemente vazio. Uma cama toda desgastada com o tempo, com um colchão velho e desgastado. Um pequeno banheiro cuja parede estava toda deteriorada também. Tudo estava totalmente deteriorado com o tempo. Aquela parte do prédio estava abandonada desde um incêndio em 1978.

Claude escondeu Maria embaixo das cobertas da cama, o mesmo estava escondido atrás do podre criado-mudo.

-Eu vejo dois suspeitos- Sussurrou o Oficial da SWAT ao rádio.
-Vamos entrar logo!-exclama John.

O barulho da porta quebrando no chão quebra o silêncio. Um oficial entra com um escudo.

Claude gasta o pente de sua Ak-47 no escudo. Maria, assustada, pula pela janela e cai em cima de uma viatura da polícia, que fica coberta de sangue e miolos.

Claude pulou atrás de Maria, mas John agarra seu tornozelo.

A cabeça de John se encheu de pensamentos. Queria soltar aquele assassino impiedoso e podre ali mesmo, deixá-lo morrer uma morte rápida e dolorosa, assim como foi a de seu irmão.

-Por favor! Não me solte! Eu quero meus direitos!-Exclama Claude, para o espanto de John.

A voz de Claude era rouca, devido ao tiro em seu peito, que danificou um pouco as cordas vocais, por isso é raro os casos em que ele realmente fala. Mas o que mais irritou John foi que Claude pediu seus direitos, depois de todo o estrago que fez.

-Um rato podre como você não tem direitos. Você matou meu irmão! Um oficial inocente e jovem!-Resmungou John.

-Pelo amor de deus John! Puxe o homem!-Exclamava o agente federal.

John hesitou por um momento. Estava dividido. Ou ele soltava Claude ali mesmo, vingando a morte de seu irmão, e acabando com sua carreira policial, ou ele puxava Claude o colocava para sempre numa cadeia para terroristas, salvando sua carreira e fazendo a coisa certa.

John Puxou Claude de volta ao apartamento. Assim que ele pegou suas algemas, se ouviu um estrondo e o chão tremeu...

De repente, o chão que segurava Claude e John cedeu, atirando-os dois andares abaixo.

Os dois caíram numa sala deserta, com uma poltrona no outro lado da sala, coberta com um lençol, talvez para pintar as paredes.

John ficou desacordado por alguns segundos. Achou que teria morrido. Ao acordar, percebeu que Claude tentava pegar a desert eagle de sua mão.

John se levantou e Claude segurou ainda mais a arma. Os dois começaram á batalhar pela desert eagle. John deu uma joelhada na barriga de Claude, que o fez soltar a arma e cair para trás. John se sentiu vitorioso por alguns segundos.

Claude chutou a arma, que voou até o outro lado da sala. John correu até a arma, mas Claude puxou seu pé, fazendo-o cair no chão. Os dois começaram á batalhar ali, mesmo que ambos tenham quebrado uma costela ou duas, Claude teria se acostumado com a dor, e John estava cego e com raiva demais para sentir a dor.

O agente federal desceu até o andar dos dois, mas a porta do quarto estava trancada. “Só faltava essa”, ele pensou.

John apertava o pescoço de Claude e ele apertava o pescoço de John. Os dois estavam se enforcando, até que John deu uma cabeçada em Claude, se libertando.

John pega a arma mais uma vez e mira em Claude, que tenta levantar. Ele mira a arma na cabeça do criminoso, com um desejo mortal de acabar com aquele desgraçado.

Nesse momento, o agente federal atira na fechadura da porta e a bala pega no joelho de Claude.

-Federal desgraçado- murmurou Claude, caindo no chão. Estava esgotado.

San News, VCN, Weasel News, CNT, e vários outros canais de notícia só falavam a mesma coisa: Claude Wilson “Speed” fora capturado e preso.

Direto da cena do crime, Joey Spuglizzio noticiava para a Weasel News:

-Acabo de receber informações direto do andar de cima: Claude Speed foi capturado e está sendo levado para a polícia. Os moradores estão nervosos com os tiros que houveram agora pouco e com a informação de que o prédio estaria ruindo. O que mais assustou foi a amante de Claude, Maria, suposta esposa do falecido Don Salvatore, ter caído mais de 20 andares até a viatura do policial Mark Sawyer. Hey, olhe! Os policiais estão retirando Claude da porta da frente!
John Reed e o agente federal carregaram Claude Speed, Algemado, até o camburão da polícia. Dali, o carro foi direto para o departamento de Staunton.

Capítulo 2

Enquanto o FBI interrogava Claude na sede de Liberty, John participava de uma conferência com a prefeitura. O prefeito Michael Bloombert premiava John pela captura e pelo bom andamento, ainda que demorado, das investigações, que prendeu mais de 200 malfeitores, mafiosos e colombianos da cartel.

John fora promovido capitão da divisão de crimes especiais de Liberty City, com sede no departamento de polícia de Staunton.

Com seu novo salário, John Ganhou um Sentinel novo, o Sentinel XS 2002.

Enquanto isso, em Vice City...

Um kuruma preto sobe uma rua em little havana. Ele para no Café under the tree e de dentro do carro sai Ray Machowski, com uma maleta de dinheiro e um cigarro cubano na boca. Ray teria mudado seu nome para Bruce Carrey.

Ray entra no café e caminha até a mesa onde senta um colombiano que estava tomando seu café expresso, ele se senta e o colombiano pergunta, num tom de voz baixo:
-O dinheiro que a yakuza lhe enviou deu para subornar aquele agente da CIA?
-Sim! Claro!-Responde Ray- E aqui está a sua parte.

Ray entrega uma maleta de dinheiro ao colombiano.
-E enquanto aquele policial de liberty? E Claude Speed? São as únicas testemunhas.

Ray tira o cigarro cubano da boca e dá uma baforada.
-Tem razão. Claude é bem safado. Irá dar com a língua nos dentes e denunciar-me. Mas enquanto á John, não tenho medo, ele é um bom garoto e se até agora não me denunciou, não me denunciará.

O colombiano dá o último gole em seu café expresso, e suspira:
-Amigo, “tengo” que te falar uma coisa: Ninguém é confiável. Já que é amigo da cartel colombiana, matarei os dois pelo preço de um.

Ray deu um sorriso e dá mais uma baforada em seu cigarro cubano.
-Òtimo, vai me custar mais barato! Quero comprar um carro chique, tipo o Infernus, sabe?

O colombiano acena com a cabeça e guarda o dinheiro no chapéu.
-Partirei imediatamente. Já marquei o vôo direto para liberty agorinha mesmo. O dono da Ammu-Nation me dará as armas em liberty.

O colombiano sai do café com uma maleta e chama um táxi. Ray entra em seu Kuruma preto e parte para seu quarto no Ocean View.

No meio da ponte de Mainland para Washington Beach, Ray percebeu que estava sendo seguido. Era um Landstalker tripulado por dois engravatados mal-encarados.
-Droga! São eles! Os agentes da CIA!

Ray viu uma “blitz” no horizonte. Eram mais agentes da CIA. Ele não teve escolha, estava cercado e preferia á morte do que ficar preso junto de terroristas.
Ele atirou seu Kuruma da ponte e pulou do carro, direto numa pedra. Ele caiu de cara, o que fez sua face explodir com o impacto na pedra. O sangue atraiu um tubarão branco que “morava” ali perto. Os agentes da CIA nada puderam fazer, mas assistir Ray sendo comido pelo tubarão.

O avião acabara de partir para Liberty. Ás Duas Horas da Madrugada, o avião chegou. Às 2:57 o colombiano já estava entrando no Taxi para Staunton.

O taxista, um jovem negro de seus 20 e poucos anos pergunta:
-E aí mano? Quer ir para onde?

O colombiano pegou um endereço de sua maleta.
-Aqui. Perto da Ammu-Nation de Portland.

O taxista avisou:
-Olha, tem um engarrafamento perto da saída da ponte Shoreside-Staunton, vamos ter que ir pelo Túnel. Aliás, meu nome é Calvin.

No meio do caminho, enquanto a Liberty Rock (uma rádio que substituiu a Head FM com a queda da Love media) Tocava, o Taxista começou á puxar assunto:

-Você soube daquele detetive que conseguiu quase que sozinho acabar com o crime organizado na cidade? John Reed o nome dele.

-Heh! Eu soube sim! Foi condecorado pelo prefeito... -Respondeu o colombiano.

-Eu sou de Shoreside Vale. Moro perto do prédio onde capturaram o Claude.

-Você sabe onde esse Claude deve estar?-Pergunta o Colombiano

-Ah, isso é fácil! Está sendo interrogado pelo Departamento em Staunton.-responde o taxista.

O trânsito estava fluindo bem dentro dos túneis, não era um horário de pico em shoreside e muitas pessoas preferem a ponte para observar a paisagem de Shoreside enquanto a ponte desce. O colombiano chegou em Portland em alguns minutos. Ao ver que a loja era ao lado do metrô, se xingou um pouco, por ter gasto 10 dólares só de táxi.

Enquanto isso, na delegacia de Staunton, alguns detetives interrogam Claude enquanto John observa.

-Alguma idéia do que aconteceu com 8-Ball? Você o ajudou á fugir, sabemos disso.-Diz um detetive novato.

Claude acenou que não com a cabeça.

-E enquanto a explosão na ponte? Foi algum de seus aliados? A cartel?-Insiste o novato.

-Foi a Cartel, mas não sou aliado á eles. Não mais... -responde Claude, com a voz rouca.

-Claro, Claro. Então não foi você que encomendou a bomba?- Pergunta o novato

Claude acenou que não com a cabeça.
-Foi a cartel, resgatando um aliado.

John ficou confuso. Estava esse tempo todo procurando o homem errado. Isso o deixou triste e furioso.

No mesmo instante, o colombiano chega na delegacia disfarçado de policial, usando luvas brancas, sobe o elevador com uma mala na mão.

Ele aperta o botão do andar da unidade de Crimes especiais, onde está John Reed e Claude Speed.

O elevador sobe calmamente, com a música Togheter Forever do Rick Astley tocando.

O elevador chega no andar, o colombiano tira uma Ak-47 da mala e começa á atirar em tudo.

Os policiais correm para evitar os tiros. John pula para dentro da sala de interrogatório.

O colombiano mata vários policiais no andar. Ele tira um detonador do bolso e detona o elevador. O elevador cai 30 andares até chegar no subsolo, o que fez um grande estrondo.

Policiais começaram á dar o alerta e subiram pelas escadas de emergência á fim de matar o “Terrorista”.

O colombiano recarregou o pente e foi atrás de Reed. O andar ficou um silêncio total. Todos os policiais que estavam ali ficaram gravemente feridos, mortos ou desacordados.

John Pegou sua pistola e esperou atrás da porta. O detetive novato mandou Claude se abaixar embaixo da mesa. O colombiano disparou contra o vidro e tentou pular dentro da sala de interrogatório. John e o detetive dispararam contra o colombiano. O colombiano caiu pra trás e tacou uma granada dentro da sala.

O coração de John pulou. Não dava tempo de pegar a granada e tacar de volta.
Nesse momento Claude levantou e tacou a granada de volta. A granada explodiu atrás do colombiano, deixando-o um pouco ferido e deixando uma fumaça no ar.

John abre a porta e rende o Colombiano no chão. O colombiano dá um golpe de Krav-Magá em Reed e o joga no chão. O detetive novato aponta a pistola para o colombiano:
-Parado! Você não tem escolha!
O colombiano olha para trás e vê um time de policiais chegando, usando armas de alto calibre. O colombiano pega uma pistola 9mm, coloca na própria cabeça e atira.

O colombiano se suicidou sem deixar pistas nem vestígios, apenas uma foto e descrição de John Reed e de Claude Speed.

Capítulo 3

John ficou horas pensando: Quem iria querer abater Claude e ele? A yakuza está totalmente destituída em liberty. Os diablos na verdade agradecem Reed por limpar a máfia de portland, os yardies estão ocupados demais se drogando e a polícia de Shoreside conseguiu varrer as gangues de suas ruas...
Talvez alguém do alto escalão da cartel colombiana? Não. Aquela Cartel agia apenas em liberty.

John resolveu em falar com Ray. Talvez ele tenha dado com a língua nos dentes ou pelo menos saiba quem fez isso. John ligou milhões de vezes para o número de Ray em Vice city e sempre caía na caixa postal. John mandou um e-mail, tentou de tudo e desistiu.

John resolveu esticar as pernas e ver como Martha está na divisão de homicídios.
Desceu até o 12º andar, onde está a divisão de homicídios e os CSI’s.

Martha estava analisando um fio encontrado junto na sola do sapato do colombiano.
-Ah! Oi amor! Acho que sei de onde vem o tecido.
-Sério? De onde?-pergunta John
-Vem de um tecido colorido originário de um certo carro. Um Cabbie ano 1974. Talvez se você mandar uma busca...
-Eu vou dar uma olhada na companhia de Taxi.

A mean street taxi’s ficava na zona industrial de portland. Era a companhia que ainda usava Cabbies.

John entregou uma foto do colombiano e pediu ao dono colocar no mural de avisos da portaria. Caso algum taxista tivesse dado carona á ele, deveria notificar a polícia.

Claude continuou em custódia da polícia. Segunda-feira seria levado para uma prisão de segurança máxima.

Não demorou um dia e já pela noite, um taxista que mora em Shoreside Vale ligou para a polícia.

Seu nome era Calvin, um afro-descendente, de seus 20 e poucos anos de idade.

Ele se sentou com ele e fez várias perguntas.
-Olha, Calvin, antes de tudo, você pode omitir alguma coisa se for algo realmente pessoal ok? Agora conte tudo.- Começou John.

-Eu estava parado em frente ao aeroporto, esperando alguém chegando de viagem. Esse colombiano fez sinal pra mim e eu abri a porta para ele. Ele disse que veio de Vice City, resolver uns “negócios”. Achei que ele era da Cartel Colombiana, mas eles foram expulsos de liberty...

-Espera, Vice City?-Interrompeu John, indignado.

-Pois é mano! E Sabe o que é o pior? Ele me deu esse cartão com E-Mail e telefone, disse que é para eu falar com ele caso eu tenha algum problema.

-Me dê esse cartão...-Pediu John.

“Juan Cortez
Juan@Multimail.com
555-9090
Ligue caso tenha algum problema”

-Obrigado. Isso é informação o bastante. Tenha uma boa noite.-Disse John.

-Valeu cara! Você é demais Hem!-Respondeu Calvin, saindo da sala.

John ficou pensativo. Tudo bem que Ray foi a vice city, mas mandar matar John e Claude, as únicas testemunhas disso?

Era hora de viajar para Vice City. John ligou para Tanner e marcaram lá.

John pegou o primeiro vôo da FlyUS para Vice City, Florida, e foi recebido lá por Tanner, que estava com seu Sabre-Turbo.
-Hey John! Entre! Descobri uma coisa enquanto você “voava”.
John colocou sua mala no porta-malas do carro e entrou.
-O que aconteceu?-Perguntou John, curioso.

-Muita merda! Muita merda! Andei pesquisando o nome da compania de mercenários pela qual esse colombiano trabalhava, e descobri onde ele mora. Era lá em Little Haiti. Chegando lá, encontrei o “Notebook” dele e vários arquivos. Um deles era um E-mail com uma foto sua e do Claude, com ordens para matar os dois. O remetente era o E-mail do Ray, e no final desse “mandado” estava assinado Ray Machowski e “D.L”.

-Um minuto, D.L?! Donald Love?! -Disse John, surpreso.

-Exatamente. Também acho que seja Donald Love.

-Caramba! E agora?

-Estamos traçando o I.P de onde o E-mail foi mandado, mas estamos achando dificuldades. Parece que o I.P vive embaralhando e trocando de endereço.

-Espera um pouco, esse era um dos protótipos da Love media que encontramos em liberty! Estava apenas no papel, um monte de cálculos e no final: Embaralhador de I.P! Tudo isso indica que é Donald Love o dono do e-mail!-Conclui John.

-Nossa, isso vai dar muita coisa no jornal...- Diz Tanner, pensando alto.

John ficou maravilhado com Vice City. Uma cidade grande e bonita, toda decorada com Neons, gramado cortado perfeitamente e o sol espelhava na água. Muito diferente de Liberty.

No dia seguinte, Tanner foi apresentar John á seu “hacker” do FBI: Jack Case.

John mostrou os cálculos que ele encontrou na folha. Em uma hora e pouco, o Hacker conseguiu traçar o I.P de Donald Love: Era um aparelho móvel, que só ligava de vez em quando, dificultando qualquer um de localizá-lo. O jeito era localizá-lo num dos pontos onde ele se conecta.

John, Tanner e Case ficaram a noite toda dentro de um furgão esperando o I.P ser ligado em alguma parte da cidade. Eram 02:07 da manhã quando o monitor apitou a localização: um apartamento velho em Downtown.

John e Tanner correram para lá no Sabre Turbo e encontraram o tal apartamento velho, com apenas uma luz lá dentro, do monitor do computador de Donald Love.

-Eu tive uma idéia Tanner, vou entrar e prendê-lo. Você chama os outros federais enquanto isso.

Capítulo 4

Donald Love estava acabado. Com a barba já crescida, fedendo, boné do liberty cocks na cabeça... Ele checava os E-mails, esperando ansiosamente a chegada da confirmação da morte de John e Claude.

John entrou pelos fundos, e silenciosamente foi subindo as escadas. Chegou á um corredor tenebroso e úmido. A luz do monitor iluminava o final do corredor. John olhou em um dos quartos abandonados e encontrou diversos corpos, com pedaços devorados e faltando, e uma pequena vitrola com um disco de valsa. Então, ele silenciosamente andou até Donald Love, que percebeu sua presença. Levantou as mãos e disse:

-Então, finalmente me achou... Impressionante não é? Uma hora, milionário poderoso, na outra, um homem marcado.

-Homem marcado?-perguntou John.

-Sim. A cartel colombiana não vive apenas de liberty city. Eles atuam aqui em Vice City também. Eles me chantagearam á mostrar tudo o que sabem de mim se eu não lhes entregar a maioria das ações. E a yakuza estava atrás de mim, descobriram, depois da morte de Azuka, que eu mandei Claude matar Kenji. Eu destruí uma cidade e é tudo culpa minha...

-Se está fugindo da Cartel colombiana, porque está aqui?-perguntou John, Intrigado.

-Você não me deixou terminar... Estou aqui porque já paguei a Cartel, mas acabei descobrindo que ia falir depois de um processo contra mim. Então larguei tudo antes que caísse em cima de mim e fugi para cá.

-Tudo o que eu queria saber... Você está preso, seu canibal!-Disse John, retirando as algemas.

Donald sacou uma pistola e atirou em John Reed. Por reflexo, John atirou de volta, acertando o monitor. A sala ficou escura e Donald fugiu, subindo escada acima.

John, que estava de colete á prova de balas, se levantou do choque e foi atrás dele. Subiram vários andares até chegarem ao topo. A cidade de Vice City iluminava como diamantes sob a luz. John finalmente alcançou Donald, chegando ao telhado.

Donald retirou um aparelho da caixa que estava descansada no telhado. Era uma mochila á jato. Vestiu o aparelho e se dirigiu á ponta do prédio.

-Parado! Isso é um protótipo! Você não testou e sabe que não é seguro!-Gritou John.

-Mentira! Isso funciona! Eu vi com meus própros olhos!- Retrucou Donald.

Donald olhou para baixo. As viaturas dos federais se amontoavam na entrada do prédio. O helicóptero da polícia de Vice City apontou suas luzes em Donald.

-PARE! VOCÊ ESTÀ CERCADO! JOGUE SUA ARMA LONGE E PONHA AS MÃOS NA CABEÇA!

Donald pegou o controle da mochila e apertou com força. A mochila levantou Vôo. John começou á atirar, para evitar que ele fuja.

Donald Subiu vários metros e de repente a mochila começou á apitar. O combustível estava baixo.

-Malditos protótipos do governo! Totalmente inúteis!- Exclamou Donald, tentando ganhar controle.

A mochila começou á descer vagarosamente, tentando pousar. Donald forçava os controles para cima, tentando evitar que caísse nas mãos dos federais. Com isso, a mochila perdeu mais combustível ainda, até finalmente ficar sem combustível e cair.

Donald abriu seu paraquédas, e começou á descer numa vila de haitianos ali perto. Tirou seu paraquédas e começou á correr. Ao virar a esquina, Tanner fechou seu caminho com o sabre turbo e o abordou:

-Parado aí seu doente!

-EU NÃO SOU DOENTE!-Gritou Donald, que sacou sua pistola e deu dois tiros em Tanner. Acertou um na perna dele e outro quebrou o retrovisor do carro.
O helicóptero desceu os agente especiais, que começaram á atacar Donald com armas de Paintball armadas com pimenta, um artifício usado para paralizar o inimigo.

Eles atiraram várias rajadas de “bolas de pimenta”. Donald começou á sentir seus olhos arderem. John chegou junto de outros dois agentes federais num Kuruma e renderam Donald Love.

Estava tudo acabado. O homem por trás de tudo fora preso.

Intermezzo Finale

John voltou á liberty e foi recebido de braços abertos. Sua unidade recebeu muito prestígio da imprensa, e até hoje é considerada o melhor time de detetives dos Estados Unidos da América.
Em 2010, fora nomeado chefe da polícia de Liberty City, após o chefe anterior ter sido morto por um criminoso.

Tanner se recuperou rápido, e depois de alguns meses, se aposentou por invalidez e escreveu um livro sobre suas memórias chamado “The Driver”. Uma empresa de Videogame famosa resolveu contar suas histórias em um jogo de mesmo nome.

Claude ainda está na prisão de segurança máxima. Está preso até hoje, fora condenado por Terrorismo, Formação de quadrilha, entre outros crimes. Incluindo Roubo Qualificado de veículos.

Donald Love foi mandado para uma instituição mental na Flórida, onde está até hoje.


Liberty City, 2010.

John deixou o carro consertando. Estava na delegacia no meio do centro da cidade e queria retornar em casa. Chamou um táxi. Um táxi preto parou. John entrou e o taxista se apresentou:
-Olá! Olá! Entre, fique á vontade! Aonde quer ir?

-Nesse endereço em alquonquin.

-Ah! Um familiar meu já morou lá!

John notou uma foto no retrovisor do taxista. Era uma foto do taxista com sua mulher, no dia do casamento.

-Sua esposa?-Perguntou John

-Isso mesmo! Nos casamos ano passado! Estamos comemorando um ano de casados amanhã!

-Ah! Parabéns! Espero que sejam felizes. Aliás, qual é o seu nome?

-Roman! Roman Bellic, muito prazer!



FIM

GTA LCPD Parte 2.

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Aeeee! terminei a parte 2 pessoal!(leia o autor da mensagem antes de achar q foi o Claude)

Em muito breve, a parte final.


Capítulo 1- A confissão de 8-Ball

Joey Leone e Luigi Goterelli pediram proteção á testemunha depois do assassinato de Salvatore. Se mudaram para Wonder City, Brasil. Joey montou uma loja de “Tunning” e Luigi Goterelli comprou a boate “Help” e a transformou num grande sucesso, com matinês todos os dias.

Agora Luigi se chama Mario e Joey se chama Pietro Leone.

“mullan” 8-Ball se entregou formalmente á polícia de Portland, fora interrogado sobre o porquê dele ter se rendido. 8-Ball disse que tinha medo de Claude Speed pensar que ele quem armou a bomba.
8-Ball não era o único na cidade com quem você podia comprar uma bomba. Após longa investigação, descobriu-se que a bomba tinha sido comprada de um sujeito chamado Darkel, um terrorista, que se esconde nos metrôs abandonados da cidade.

Darkel fora preso dias depois, com a boca na botija, tentando roubar um Dodô, para encher de bombas e tacar no prédio particular de Donald Love, um empresário bem sucedido de Liberty City.

8-Ball também confessou ter feito parte do atentado que explodiu o bairro de Fort Staunton, além de confessar mais de 800 vendas e a localização de várias Bombas, caseiras e profissionais, vendidas para mafiosos em liberty.

Após várias investigações finais, John Reed se transferiu para Staunton, se mudou para o bairro de newport, em um centro residencial perto da Delegacia de Staunton.

O FBI entrou em contato no dia seguinte, também queriam Claude. E também queriam Catalina, a ex-namorada dele. Talvez Claude tivesse informações sobre onde ela estivesse.

Capítulo 2- Lei e desordem

John Reed estava descansando em sua mesa, assistindo um episódio de Vice City Vice, quando alguém girou sua cadeira. Era Tanner, um amigo de John e Agente do FBI.
-Meu deus! Tanner! Quanto tempo!- Exclamou John, apertando a mão de Tanner.
-É bom ver você de novo Reed! Tem tempo livre? Conheço um bar em Portland que você irá adorar...-Disse Tanner
-Claro, vamos conversar!-Respondeu John.
Os dois desceram e entraram no esperanto de Tanner. Ele era fascinado por carros “Muscle”. Ele tinha um Sabre Turbo ’79 em sua garagem, mas usava apenas para corridas e passeios.
O bar era perto de chinatown, algumas fotos na parede revelam que o dono do bar era um motoqueiro em Vice City.
-E então Tanner? O que está investigando?-Perguntou John
-Estou trabalhando disfarçado como motorista da yakuza. E quer saber de uma coisa? Acho que a yakuza está usando os serviços de Claude Speed!
John ficou super feliz. Tanner era quase um super-homem do FBI. Com certeza o assassino do irmão de John finalmente seria pego.
Eles conversaram durante horas. Tanner contou tudo o que sabia sobre as ações de Claude na yakuza. Tanner contara até, que descobrira que a líder da yakuza, Azuka, era bissexual. Encontrara-a transando com a ex-mulher de Salvatore, Maria. Quase foi punido por isso.
Esse segredinho poderia ser usado como arma durante um interrogatório. A polícia estava desde 1998 investigando a yakuza, prinipalmente depois do suicídio da mulher do líder da yakuza, que fora vista com Toni Cipriani, numa relação amorosa, provavelmente teria arranjado Toni como um amante.
De repente, os celulares de John e de Tanner começaram a tocar, quase que gritando. Alguma coisa teria acontecido. Os dois atenderam, o chefe da polícia disse para eles: Alguém explodiu a cela de um criminoso e o levara. John e Tanner entraram no esperanto e seguiram em disparada para a delegacia.
Ao chegarem, uma fumaça ainda saía do estacionamento. Policiais fazem perícia da cena do crime e outros investigam quem roubou o carro que teria explodido.
Tanner ficou abismado. Kanbu era o único que tinha o visto nas imediações da delegacia. Ele começou a rezar para que Kanbu tenha achado que Tanner foi apenas usar o telefone ou que ele foi preso.

John acalmou Tanner, deu um copo de água com açúcar e perguntou se ele queria passar um tempo na casa dele ou se queria proteção policial. Tanner fez um sinal que não com a cabeça. Tinha mais coisas na mente...

O julgamento de 8-Ball era naquela mesma Tarde. John Reed e Martha foram lá como testemunhas. John contou tudo o que 8-Ball teria feito, e também suas conexões com a máfia italiana, siciliana e o procurado Claude Speed. Martha mostrou exames de perícia criminal, com detalhes das explosões e também o modus operandi da instalação das bombas.

Passaram-se quase oito horas, ás 21:00, 8-Ball foi julgado culpado pelo tribunal, e infelizmente ganhou perpétua, sendo transferido para uma prisão de segurança máxima.
John não gostou do julgamento. Um especialista assim daria um ótimo policial. A SWAT de liberty city precisava de alguém assim.

John saiu mais cedo, vestiu uma máscara, colocou roupas pretas, luvas de couro e pegou sua shotgun calibre 12.
Roubou um Táxi e então interceptou o caminhão antes de ele chegar no cais de onde sairia o bote para a ilha. Os guardas se renderam, um tentou agir, mas John deu um tiro de ameaça, na carroceria do carro, e o guarda desmaiou, provavelmente teria tido um ataque, já que era velho demais para ser motorista de tal comboio.
John pegou 8-Ball e mandou ele entrar no táxi. John Trancou o resto dos prisioneiros com os guardas dentro do caminhão. Entrou no táxi e saiu correndo. As sirenes tocaram e os carros passaram perto do táxi. Ninguém agiu.

Quando chegaram dentro de um campo de construção de Fort Staunton, John tirou a máscara e se apresentou á 8-Ball.
-Acho que você me conhece, 8-ball. Meu nome é John Reed, da polícia de Liberty.
-Meu deus, eu achei que você fosse Claude, suspeitei que não pois você nem chegou a matar os seguranças...
-Escute 8-ball...- Disse John olhando bem nos olhos dele –Alguém como você é mais útil na polícia do que na prisão. Aqui eu tenho todos os documentos que você precisa para se alistar na polícia.- Termina John dando uma pasta cheia de documentos.

8-Ball abre a pasta: Seu novo nome era Peter Freeman. Morador de Saint Marks, aficionado por bombas e especialista.

-Agora escute- Continuou John- Deixe a barba crescer, malhe um pouco, mude sua aparência. Não Quero que lhe reconheçam logo de cara.

8-Ball pegou as roupas que John lhe deu e vestiu. John deixou 8-ball, agora Peter, na entrada de sua antiga casa em Saint Marks. Deu-lhe as chaves e a escritura.

Poucos meses depois, 8-ball se tornara o maior especialista de bombas da SWAT de liberty.

Capítulo 3- Uma cilada para John Reed.

John estava em sua mesa de escritório, lendo vários arquivos, quando um policial lhe entregou uma carta.
-Um homem lá na entrada lhe mandou isto.- Disse timidamente o policial.
John abriu a carta. A caligrafia lhe parecia familiar, mas não ligou e começou á ler.

“John Reed, se quiser saber mais detalhes sobre Claude Wilson “Speed”, por favor, me encontre no campo de construção em Fort Staunton.
Assinado: Um informante conhecido”

Não se lembrara de nenhum informante com esta letra. Mesmo assim, John vestiu sua jaqueta de couro, recarregou sua Colt e foi até o endereço dado.

John viu uma grande construção e a placa: “Em construção: Staunton Plaza”
Staunton Plaza seria um grande empreendimento da Panlantic e da Love Media. Mais de
1500 escritórios, até o próprio governo comprou alguns escritórios que estavam na pré-venda.

John entrou em um corredor escuro na construção, não deu nem tempo de olhar para trás e levou uma bordoada na cabeça. Quando acordou, estava no topo da construção.vários mafiosos o encaravam e uma figura conhecida estava ao lado dele.
ERA LUIGI FORELLI!
Luigi riu da cara de John e disse:
-Parece que você não é o que dizem os jornais senhor Reed.
Caiu a ficha para John. A caligrafia batia com as listas negras na sala de Luigi Forelli.
Luigi estava com um ferimento de bala na cabeça, enfaixado.
Luigi botou o pé no peito de John e o encarou de perto:
-Como eu disse antes, você não pode me derrotar. A morte não pode me derrotar, nem a doença e nem uma infecção causada por um tiro!-Disse a última palavra com uma ênfase que transbordava raiva. Luigi levantou-se e colocou as mãos no céu e gritou:
-EU SOU INVENCÍVEL!- A frase ecoou umas duas ou cinco vezes. John olhou, ainda que com um pouco de dor, a cara de bobo de Luigi e disse:
-Ah vai se fod- Nem completou a frase, Luigi lhe deu um bicudão na barriga. Ele cuspiu sangue.
-Sabe Reed... -Disse Luigi num tom de sermão.-O SPANK é uma droga muito poderosa. Mais viciante que o crack, mais forte que uma mistura de todas as drogas juntas e mais alguma coisa, é a droga do momento, senhor Reed.
Um capanga se aproximou. Trazia uma seringa com um líquido verde, lembrava calda de menta para sorvete, era mais ou menos uns 900ml de SPANK. Uma dose dessas mataria John na hora.
John começou á se debater, não queria, obviamente, tomar aquilo de jeito nenhum. O capanga injetou a dose. John começou á ter uma sensação de prazer. Seu cérebro começou á liberar endorfinas, segundos depois, fechou os olhos e começou á ter visões.

Estava vendo Martha, seu irmão, seu pai, e todos os seus amigos. Estavam todos lá, festejando. John começou á se perguntar se ele tinha morrido e acabou no céu. Martha o levou para seu quarto e começou á beijá-lo. O chão virou um monte de rosas. Os dois se deitaram e começaram á se beijar. John podia sentir o cheiro das rosas. Mas a alegria durou pouco.

John começou á sentir dor, muita dor, a ilusão começou á ficar turva, as rosas começaram á virar um grande abismo, Martha caiu e John tentou segurar-lhe a mão.
De repente, John sentiu uma grande sensação de queimação. A temperatura de seu corpo começou rapidamente á subir, de repente ele viu sua pele queimar de dentro para fora. Ele olhou para cima e viu Claude, com um lança-chamas, queimando seu corpo.
As chamas subiram e logo se apagaram. John olhou para os lados e estava intacto, em um corredor escuro. Escutou uma voz conhecida pedindo socorro. Seguiu pelo corredor, que parecia nunca acabar. Quando chegou ao final, abriu a porta. Era o corpo de Martha, com vários tiros espalhados pelo corpo.

John acordou. Estava em um beco atrás da Ammu-nation de Staunton. Uma poça de seu próprio Vômito e sangue estava ao seu lado, sentia uma febre que deveria estar á quase 42º, os poros de sua pele estavam sangrando, sem nenhuma ferida. Estava morrendo. Precisava de ajuda. Ele se levantou, com dificuldade. Continou pelo beco, mancando, até chegar á calçada e caiu. Uma mulher o viu e chamou os outros por ajuda. John mostrou seu distintivo, que ainda estava em seu bolso. Uma viatura parou ali. John se levantou e seguiu até ela, o policial olhava assustado, enquanto fechava a porta do carro. John desmaiou em cima do capô, que ficou todo sujo de sangue.

Apagou ali mesmo. O barulho das sirenes se misturava com o das pessoas se juntando para ajudar. Um paramédico abriu as pálpebras de John. Os olhos estavam injetados, principal sintoma da overdose de SPANK.
-Ele precisa de internação imediata, está morrendo. -Disse o paramédico.
Fora as últimas palavras que John ouviu.

Intermezzo duo

O hospital de Staunton estava cheio de policiais e repórteres. Todos os jornais anunciavam a mesma coisa: DETETIVE DA POLÍCIA TORTURADO COM SPANK.
Martha segurava a mão de John. Ela chorava por ele. Vários policiais nas delegacias de Staunton e Portland ficaram de luto. John sobreviveu, mas seu estado era extremamente grave, poderia morrer á qualquer momento.
Ele acordou. Martha abraçou-o fortemente.
-Meu deus!-Exclamou Martha- Eu pensei que tinha perdido você para sempre!
John a acalmou. Beijou-a e perguntou:
-Onde está Tanner e os outros?
-Estão investigando quem fez isso com você.-Respondeu Martha, limpando as lágrimas.
-Foi Luigi Forelli. Ele fez uma Vendeta contra mim.-Revelou John, passando a mão nos cabelos de Martha.
Martha ligou para Tanner, que ligou para outro cara que ligou para o irmão do outro cara que também é policial, que chamou outro policial e por aí vai.
Luigi Forelli foi preso e levado á tribunal por dupla tentativa de homicídio á um policial.

Semanas, quase um mês depois, John se recuperou totalmente e voltou á ativa.

Capítulo 5- Um plano falho.

Eram 13h00min. Tanner saiu do cassino de Kenji para ir pegar um pacote no aeroporto.
Estava sendo observado por John e por vários outros policiais de tocaia.
Ao entrar em seu esperanto bege, um táxi começa á segui-lo e bate em sua traseira.
-É agora! Mandem reforços!- Grita John Reed em seu rádio.

O plano era fácil. Esperar um yakuza interceptar Tanner e interrogá-lo sobre os planos secretos da mesma. Mas algo estava errado. Aquele ali era determinado.

O táxi fez uma manobra PIT em Tanner, que derrapou da pista e fez o carro capotar sobre o gramado, que capotou até cair na água. Tanner desapareceu na água.
O motorista do táxi analisou a água, mas não teve tempo de checar se Tanner estava morto. Os reforços chegaram e o táxi saiu em disparada por Staunton, até desaparecer em Belleville park, onde o Táxi foi encontrado afogado no laguinho.

A equipe de emergência resgatou Tanner rapidamente. Tanner fingia estar morto caso algum yakuza estivesse na área. Ele estava com escoriações por causa da batida e um braço quebrado, nada mais.

Meia hora depois, John foi visitar Tanner no hospital. Recebeu-o de braços abertos. Sendo que um deles estava quebrado.
-Desculpe Tanner, infelizmente o plano falhou... - Disse John, decepcionado.
-Não se preocupe John, você vai pegar ele um dia. -Disse Tanner colocando a mão no ombro de John. –Aliás, você é o melhor detetive que Liberty City já teve.
-Você vai sair de Liberty?-pergunta John.
-Vou. Irei voltar para Chicago. O dever chama!- Responde Tanner.
-Então isso é um adeus né?
-É. Venha me visitar em Chicago um dia desses... -Responde Tanner levantando da cama.
-Nah. Eu tenho muito trabalho á fazer em liberty.- Afirma John.

O celular de John apita uma mensagem de SMS:
“EU SEI.”
Remetente: McAffrey.

Capítulo 6- McAffrey, o traidor.

Mas o que McAffrey sabia? Provavelmente, algum segredo de John, como quando ele mudou a identidade de 8-Ball.

McAffrey marcou encontro no cais perto do condomínio Asuka. Era um dia chuvoso e frio.
John ia entrando pelo cais até chegar numa garagem abandonada embaixo da ponte Callahan.

Assim que saiu do carro, McAffrey foi entregando o jogo.
-Estou decepcionado com você John... -Disse McAffrey com olhar malicioso- Logo você, um policial tão fiel á lei, muda a identidade de um bandido que merecia prisão!
-O que quer dizer?- perguntou John, confrontado-o com raiva e medo.
-Estou falando de um tal “Peter Freeman”, senhor Reed...- Disse McAffrey jogando um arquivo nos pés de John, contendo as fichas de 8-ball e Peter Freeman.
-Como você descobriu?- Perguntou John, angustiado.
-Eu ficava seguindo você esperando você sair da linha, para poder tirar tudo que você tem! E agora, você colocou seu amiguinho numa armadilha!- Disse isso levantando o rádio da polícia
Ele ligou o rádio. Uma chamada da SWAT dizia assim:
“Aqui é o Oficial Carrey, temos uma bomba no prédio perto da igreja de Staunton, preciso da SWAT e um técnico de bombas.”
-Adivinha quem eles vão chamar?- Desafiou McAffrey, carregando um detonador.

John apontou a arma para McAffrey.
-Você está preso McAffrey!
McAffrey riu de John.
-Você é muito burro. Se me prender, eu dou com a língua nos dentes, e você pegará perpétua enquanto eu sou liberado!
John abaixou a arma. E encarou McAffrey, com olhar de desistência.
-O que você quer?
McAffrey jogou uma Maleta preta para John, vazia.
-Eu quero um milhão de dólares até amanhã. Roube, mate, exploda, faça de tudo para que esse dinheiro seja entregue á mim! Senão eu delato você! Aceita ou não?
John tremeu um pouco.
-Ok, eu aceito.

John pegou a maleta e saiu. Foi para casa, pensativo.
Parando num sinal, John olhou para a maleta e disse para si mesmo:
-ACEITO É O CARALHO!
Jogou a maleta para fora do carro e partiu para a casa de Ray Machowski.

O plano de John era simples. Como Ray é parceiro de McAffrey, provavelmente um sabe muito sobre o outro.

Ao chegar na casa de Ray, John abriu o jogo:
-Ray, McAffrey vai delatar você. E se não fizermos nada, delatará á mim também e nem me pergunte pelo quê!

Os dois conversaram durante horas, pensando em como eliminar a ameaça. Ray disse que poderiam contratar um Assassino para matar McAffrey. Os dois sairiam ganhando, já que McAffrey só abrirá a boca quando chegar ao tribunal.

No dia seguinte o assassino contratado jogou uma granada no apto. de McAffrey. O safado conseguiu fugir, mas o Assassino ainda por cima capotou o carro dele e passou por cima de McAffrey. Não estava morto, então no dia seguinte, quando McAffrey saiu do hospital, o mesmo assassino interceptou a ambulância e matou McAffrey.

Estava livre de McAffrey. Mas isto trouxe péssimas conseqüências para Ray. A atenção sobre ele foi redobrada, mas estava agradecido por ter se livrado daquele traste do McAffrey. Como recompensa, Ray mandou o endereço de alguém que poderia dar armas de alto calibre para John, e também uma informação valiosa sobre o assassino verdadeiro de seu pai.

Capítulo 7- Uma questão pessoal.

Ray contou á John que o verdadeiro terrorista por trás da explosão em Fort Staunton não era Darkel, que até se orgulhava de ter levado a culpa, mas era o novo Don do bairro de Portland, Toni Cipriani.

John se armou totalmente. Pegou várias M4’s, várias balas para sua shotgun e Uma bazuca.

Iniciou uma investigação contra Toni Cipriani. O FBI teve o prazer de ajudar, ainda mais Tanner, que contou sobre os vários contatos de Toni em Chicago.

A mãe de Toni Cipriani fora presa tentando fugir de Liberty, e isto foi até algo bem engraçado...

Ela roubara o supermercado Supa Save e roubou um carrinho de sorvete e correu até Staunton, o que deixava a perseguição mais engraçada era o anúncio atrás do carro: “Please Stop me!”.

Na altura de Belleville park, Um policial conseguiu dar uma manobra PIT na traseira do veículo, fazendo o bater no canteiro e capotar.

A velha saiu com as sacolas na mão e uma Sub metralhadora Uzi Israelense na outra.
O mesmo policial dominou-a com o cacetete e a prendeu.

No mesmo dia, John e a SWAT de liberty City resolveram invadir a mansão de Tony Cipriani, que até alguns meses fora de Salvatore Leone.

Um caminhão da SWAT parou na praia abaixo da mansão. 3 oficiais entraram silenciosamente pela encosta da montanha.

Ao mesmo tempo, John, Sonny Tubbs e outros 5 oficiais entraram pela porta da frente.

Foi fácil. Os oficiais que subiram pela encosta jogaram um Flashbang na sala, os mafiosos se renderam direto. Toni tentou fugir pegando seu sentinel modificado.
John sacou sua M4 e junto de outros policiais, fuzilou o carro. Toni saiu do carro assustado e os oficiais da SWAT o renderam.

Toni pegou cadeira elétrica. Os jornais anunciavam que ele era um terrorista e merecia tal destino. A máfia parou de reinar em Portland de vez. Mesmo assim a polícia dali continuou bem atarefada, principalmente por causa dos Diablos comemorando o acontecido.

John finalmente se vingou do assassino de seu pai. Assistiu a execução de Toni com prazer. Saiu de lá pensativo. Um já foi. Faltava o assassino de seu irmão.

Capítulo 8- Uma guerra estoura.

Eram quase meia noite naquela sexta feira. John estava curtindo o Happy Hour com Sonny Tubbs, em um bar perto de Belleville park.
Na TV, estava passando uma matéria especial sobre Tommy Vercetti, o maior milionário de Vice City e dono da Vercetti construções e da famosa loja de carros caros, Sunshine Veículos. Tommy era um cara elegante, quase disputava com Donald Love entre quem tinha a maior fortuna, mas no fundo, eram amigos e colegas de trabalho.
Sonny lembrou que Tommy era considerado o “Açougueiro de Harwood”, pois teria matado cerca de 11 homens.

A felicidade reinava ali. Mas enquanto isso, num estacionamento em outro bairro de Staunton, a yakuza esperava o cartel colombiano para uma negociação de SPANK.
Um carro do Cartel chegou. Dentro dele estava Claude Speed, disfarçado, com a missão de matar Kenji, alguém que até pouco tempo era seu amigo.
O plano era causar uma guerra entre a yakuza e o cartel colombiano, á fim de que a yakuza acabe por dizimar aqueles latinos.

O carro atropelou Kenji, abrindo sua caixa craniana.
Minutos depois o rádio chama a polícia e a emergência médica. Sonny foi lá. John continuou bebendo.

No dia seguinte, Fort Staunton estava literalmente em chamas.
Pilhas de corpos todos os dias eram recolhidos dos rios. Até civis inocentes estavam entre eles.
Qualquer um que parecesse latino ou asiático não saía vivo de Fort Staunton. A polícia declarou estado de emergência e pediu para os pedestres e universitários da universidade em fort staunton, que usassem outro caminho.
As lojas dali fecharam até a guerra acabar. O que era ruim para John, pois sua pizzaria favorita em staunton era ali.

Martha e o resto dos CSI’s de portland se mudaram para Staunton, á fim de ajudar os de Staunton, que estavam exaustos de tanto trabalho.

O FBI resolveu se juntar com a Polícia de Liberty á fim de terminar logo com aquilo antes que mais inocentes morram. Infelizmente, Tanner estava ocupado demais com uma investigação em Wonder City.

A contagem de mortos já havia passado de 100.
Os negócios de Donald Love estavam começando á ficarem suspeitos.
Outro dia, a guarda nacional e o FBI, estavam de olho numa carga especial do governo, uma versão atualizada de uma mochila á Jato, que fora roubada em 1992 por um espião super-bem treinado, que suspeitaram trabalhar para os russos ou os iranianos.

John foi chamado para ficar na área da ponte caso roubem o carro forte onde continha a carga. Eram já 17h00min e John começou á ficar entediado. A flashback FM tocava She’s on fire. John segurava uma M4 especial com balas Armor-piercing, mas não foi dado por Phil, e sim pelo próprio governo.

De repente, o rádio da polícia alarmou que um suspeito entrou no carro. John entrou em posição e esperou caso o carro passasse na ponte.

Enquanto isso, Donald Love esperava ansioso por aquela carga. Precisava fugir de madrugada, sem pegar avião e nem barco, á fim de não alarmar os yakuza e nem o Cartel.

O motorista entrou no túnel. John recebeu ordens de esperar no outro lado do túnel. John entrou em seu Sentinel e correu para lá. Infelizmente na metade do caminho, o rádio disse:
-Era uma armadilha! A carga verdadeira sumiu e teremos de explicar á imprensa porque tanto alarde. Coloque o General Mills na linha.
O engraçado era que esta última frase também foi dita no primeiro roubo da mochila á jato...

Intermezzo 3- O último adeus de Donald Love.

Donald Love carregou sua mochila á jato em um admiral 1986 meio surrado e trancou o porta-malas. Donald entrou no admiral e dirigiu até Shoreside Vale, onde pegou o túnel para Carcer City. Fugiu, e até hoje ninguém sabe para onde.

Com seu desaparecimento, a Love Media ficou sem chefe, e suas ações começaram á cair. Em um Mês, a love media entrara em falência.


Capítulo 9- O fim da yakuza.

John e Martha estavam aproveitando a folga para comer um cachorro quente em Belleville Park. Estavam conversando sobre os últimos acontecimentos.
-Sabe amor... -Disse John, comendo seu Cachorro quente com molho apimentado- Eu acho que o prefeito deveria fazer uma meta antiterrorismo...
-Também acho- Disse Martha- e deveriam abrir mais verba para a polícia, o nosso CSI está totalmente aos cacos, tenho problemas até pra identificar digitais!
O relógio de pulso de John apitou. Eram 13h00min e era hora de voltar para o departamento. John pegou suas chaves e foi até o departamento pegando o caminho embaixo da ponte.

Enquanto isso, um cartel cruiser entra nos campos de construção do Staunton Plaza, e fuzila os seguranças da yakuza. De lá de dentro, saem Catalina e mais três comparsas. Seu objetivo não era salvar se amante, Miguel, que estava lá preso, mas sim matá-lo, para evitar que ele fale mais.

Azuka estava ocupada demais retirando a pele das costas de Miguel, usando um instrumento cirúrgico, e os gritos dele abafaram os sons dos tiros. Havia apenas metade da pele em suas costas. Maria estava assistindo tudo, enojada.

O elevador começou á subir, Azuka olhou para trás e disse para Maria:
-Deve ser Claude, vamos agradecer á ele pelo trabalho...
Assim que o elevador chegou, um colombiano pegou Maria e a fez de refém, Catalina pegou uma Uzi e gastou tudo em Azuka. Miguel ficou feliz pela chegada de Catalina. Por enquanto...
Catalina pegou uma pistola e atirou nas costas dele, na parte onde não tinha pele. Miguel morreu na hora, com uma bala que perfurou seu coração e o pulmão esquerdo.

Catalina virou para Maria e disse:
-Seu namoradinho não está, é uma pena, mas vamos usar você para uma emboscada...
O colombiano colocou clorofórmio na boca de Maria, o que a fez dormir.

Enquanto isso no departamento de Polícia de Staunton, John estava ocupado com o caso de um “Drive-by” no Kenji’s Cassino. Era óbvio que era a yakuza, mas a SWAT havia invadido o Azuka Condo’s e encontraram nada...

O rádio da polícia chamou. Era a denúncia anônima do paradeiro de dois corpos. Um deles seria do corpo da Líder da yakuza, Azuka.

John, Martha, os CSI’s de Liberty City e outras duas viaturas entraram no canteiro de obras e encontraram os dois corpos em um andar alto da construção de Fort Staunton. Ninguém ligaria, pois a construção estava parada há meses

Os CSI’s encontraram gotas de clorofórmio no chão e muito sangue. Era difícil saber se era de Azuka ou de Miguel.
Até o CSI mais experiente se assustou com o corpo de Miguel. O que fizeram foi uma puta sacanagem. Havia restos de Chilli, pele arrancada nas costas, no pescoço em algumas articulações, o rosto estava roxo e deformado. As roupas estavam trituradas.
O pior foi o corpo de Azuka. Agora a guerra iria se intensificar de vez...
Capítulo 10- O fim de uma guerra.

Shoreside Vale era a parte mais calma da cidade. Havia pouco crime ali e o único bairro com quem a polícia se preoucupava era Wichita gardens, dominada por gangues como os red-jacks e os purple nines.
Casos assim pediram a ajuda de John Reed. Ele pegou seu Sentinel e foi para Shoreside Vale. Estava chovendo forte. Uma rádio de notícias que tomou chatterbox FM após a queda da Love media (por causa do desaparecimento de Donald Love) falava sobre o tempo.
“Está chovendo em toda a liberty, estamos em -1º Celsius e com máxima de 2 graus Celsius.”

John Cruzou a ponte para Shoreside pensando no caso. Agora com a morte de Azuka, Claude estará longe. Ou talvez morto, e seu corpo vaga pelo rio que cruza liberty...

Ao chegar lá, foi recebido por um policial gordo, apelidado de Teddy. Recebeu este apelido, pois realmente parece um urso de pelúcia. O policial mostrou uma testemunha, um Purple nine totalmente enfaixado. Ele contou o motivo da visita.

-Eu vi Claude Speed senhor!- Disse o Purple nine assustado. - Ele e os Red-Jacks estão juntos. Se tiver sorte e um bom time, podem encontrar o líder deles, o D-Ice.

-Você por acaso sabe o quartel dos Red-Jacks?- Perguntou John

-Fica nesta rua em wichita gardens. - Respondeu o enfaixado purple nine, apontando para uma rua no mapa de Shoreside Vale.

No dia seguinte, John e a SWAT de Liberty invadiram o quartel dos Red-Jacks. D-Ice estava lá, comemorando a queda da gangue rival.

John interrogou D-Ice, usando o Detector de mentiras.

-Onde está Claude Speed?

-Eu... Eu não sei senhor, eu dei as missões para ele por telefone, só o encontrei durante uma briga entre nós e os Purple Nines!

O detector de mentiras indicava verdade. Nada poderia fazer John. Eram regras do lugar.

Enquanto isso, em uma mansão perto dali, um helicóptero sai em disparada para a parte de baixo da represa Cochrane. Um Cartel Cruiser invade a entrada da represa, batendo em outros dois que estavam bloqueando a entrada. Logo em seguida, um tiroteio intenso começou. Claude Speed estava lá. Para salvar Maria e trucidar Catalina.

Claude matou todos. Logo em seguida o helicóptero levantou vôo e começou á atirar bombas. A população assistia com medo de o helicóptero explodir a represa.

Um Colombiano segurou Maria como refém. Esta gritou:
-Claude, me ajuda!
Claude jogou a ak-47 no chão. O colombiano sorriu. Rapidamente Claude retirou sua pistola e acertou uma bala bem no meio da testa do colombiano.

O helicóptero se aproximava.
-Claude!Olhe ali!- Gritou Maria, apontando para um lançador de granadas intacto, que estava no chão.

Claude pegou o lançador de granadas e atirou. A granada quebrou o vidro do helicóptero e caiu na parte de trás do mesmo. Catalina gritou “MIERDA!”.
A parte de trás explodiu e o helicóptero começou á perder controle. Os controles apitavam: BIBIBIBIBIBIBIBIBI...
O helicóptero bateu na encosta ao lado da represa e explodiu. Uma fumaça preta surgiu. Claude pegou a mão de Maria, subiu a represa e viu os carros da polícia passarem. Logo após, Claude pegou um táxi e foi para sua casa em wichita Gardens.

Enquanto isso, John estava com a polícia, na represa, anotando testemunhos de moradores e evitando que a imprensa atrapalhe as investigações.

Um agente do FBI chamou: “Hey John! Venha rápido! Vocês dois também” Disse apontando para um paramédico e Martha, que estava lá também.

Era o corpo de Catalina. Ela Subia a encosta engatinhando, sem as duas pernas e com metade do corpo quase que totalmente carbonizado.
-Ayuda-me... - Agonizava ela, agarrando a perna de John com uma mão.

John ficou espantado. Era uma das criminosas mais procuradas nos Estados Unidos da América.
Os paramédicos colocaram ela na maca. Martha pegou um bilhete que estava no bolso de trás do jeans de Catalina.
-Aqui John, deve ser importante... -Disse Martha entregando o bilhete para John.

E era mesmo importante. O bilhete dizia: “Caso o covarde do Claude não venha, sabemos onde ele mora. É neste endereço em Wichita Gardens.

John subiu a encosta calmamente e pensativo, com o bilhete em mãos.

O agente do FBI deu um tapinha nas costas de John.
-Finalmente terminou tudo! – Disse o agente, sorrindo.

-Não- Disse John mostrando o bilhete. – Está apenas começando...

O agente do FBI pegou o rádio e chamou a SWAT. A hora chegou.

CONTINUA...

GTA 3: LCPD

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Bem, pra começar, essa é a primeira postagem do ano (e que postagem), bem, meu tempo livre encurtou e o ritmo desse blog diminuiu, porem ainda ta andando (sei... a ultima postagem é de dezembro e estamos quase em Março) Enfim, o nosso caro colega Gabriel fez uma fanfic, aqui vai uma mistura de recado com sinopse escrito por ele mesmo:


"Aqui está a Fanfic GTA LCPD. Esta é a primeira parte, mas as próximas já estão sendo escritas. Outra coisa chegando em não muito breve é a Skin que muda claude para o personagem principal da fic: John Reed. Espero que riam, chorem e adorem a história, que conta o que aconteceu com os detetives da polícia de liberty durante os assaltos de Claude Speed"

Vamos ao fanfic:

Capítulo 1- Ponte Callahan

Outubro de 2001, Estava uma noite fria no departamento de polícia de Portland...
John Reed de uns 20 e poucos anos era um detetive novo no departamento. Teria avançado de Oficial para Detetive no mês passado. Ele estava tomando seu café quando um clarão tomou conta das janelas seguindo de um som ensurdecedor de uma explosão.
Os telefones e rádios começaram a literalmente gritar: A ponte Callahan explodiu!!!
-John! JOHN! Tire essa bunda daí e vá correndo para a viatura, temos de ver o que aconteceu!- Disse o delegado Wellington.
John entrou na viatura junto do Delegado. Ao Chegar em Callahan Bridge, um Kuruma verde meio azulado saiu correndo em disparada á Red Light District.
-Ei, aquele carro me parece suspeito!- Disse John.
-Ah, cala boca Reed! Deve ser um civil que estava voltando pra casa quando a ponte explodiu!-Disse Wellington.
John anota a placa do carro e a descrição em um bloco de notas e sai do carro.
-Owee! Que explosão! Imagino o que devem ter usado...- Disse mcAffrey.
-Mc Affrey! Haha! o que faz aqui amigão?-Disse John
McAffrey era como um pai para John. Quando seu pai morreu na explosão de Fort Staunton em 1998, John perdeu quase tudo. Seu Pai, seu avô em coma e sua casa.
Felizmente seu irmão Jim estava de plantão na delegacia.
McAffrey ajudou John dando á ele um trabalho como oficial na delegacia de Portland, uma casa em Saint Marks, e uma vaga na faculdade de Criminologia em staunton.
-Liguem para o corpo de bombeiros de staunton e mandem pegar os feridos no outro lado.- Disse John.
-Já mandamos, e as balsas estão lá embaixo. Já encontramos o camburão que estava carregando os presos.
-Ah, ótimo! Vou descer. Vem comigo Affrey?- Disse John.
-Não, vou direto para Staunton, tenho umas... Coisas á fazer...-Disse Affrey.
-Claro! Vejo você depois.
John entrou em seu Sentinel e foi até o cais abandonado onde um barco o esperava.
O celular tocou. O toque polifônico lembrava a música Joyride, do Dashootaz. A música favorita de John.

Capítulo 2- A dor.

-Alô? Aqui é o John Reed.-Atendeu John.
-Oh, olá Reed, é a Martha, do departamento, tenho uma notícia que você não vai gostar...
-O que aconteceu?-Disse John
-Seu irmão, o Jim. Ele era um dos oficiais que estavam no camburão que caiu.
John deixou seu celular cair no acento do barco. Entrou em estado de choque. Seu irmão era a única família que tinha. Quando o barco chegou perto da barca que estava removendo o camburão, John saiu em disparada perguntando se Jim estava vivo. Um dos oficiais que estavam recolhendo os corpos apontou para um saco de corpos encharcado no outro lado da barca. Era o corpo de Jimmy Reed.
John ficou horas ao lado do Saco, chorando de dor, ódio e agonia.
Wellington chegou ao barco, foi até John, e este começou a bater em Wellington.
-FILHO DA PUTA!! FILHO DA PUTA!!! FOI VOCÊ QUE MANDOU ELE TRAZER A PORRA DOS PRISIONEIROS PRA CÁ SEU VIADO!!!-Gritava John, cego de raiva, enquanto espancava Wellington.
Wellington dominou John com um golpe e o parou.
-Controle sua raiva. CONTROLE SUA RAIVA!!!-Dizia o delegado enquanto controlava Reed.
Reed parou de lutar e se acalmou um pouco, mas continuava chorando.
-Um dia Reed, vamos achar o culpado por isso e você terá a sua vingança.
Reed acenou um sim com a cabeça. Wellington deu um tapinha nas costas de Reed e Disse:
-Tire um ou dois dias de folga. Você precisa.
Reed desceu em um barco e voltou para Portland. Entrou em seu sentinel, ligou o rádio na Double Cleff FM para tentar se acalmar enquanto dirigia para casa, em Saint Marks.
Quando chegou perto do hospital, viu de longe o Kuruma Verde, e seguiu ele até seu destino: Sex Club 7
John pegou sua câmera e fotografou os rostos que saíram do carro. Um homem e uma prostituta.
-eehee!! Parece que alguém andou tendo diversão enquanto eu tava fora...-Pensou John.
No dia seguinte, John entrou na delegacia com as fotos e um sorriso no rosto, para surpresa do pessoal da delegacia.

Capítulo 3 - Iniciando as investigações.
John entrou na sala do delegado wellington e entregou as fotos dos suspeitos na mesa.
-Delegado, quero que procurem estes dois e o nome dos fugitivos que desapareceram na explosão.
-Puta que pariu John! Você viu como tudo explodiu ali! E ainda estão procurando os corpos!
-E daí? talvez aquele Kuruma Verde teria sido roubado por um dos fugitivos e eles tenham escapado aqui pra portland.
Wellington ficou pensativo e disse:
-Hmm... Você tem razão. Está com a placa do carro?
-Aqui. A placa é GTA3-01, e a cor do Kuruma é verde.
Wellington saiu anunciando o sucesso de John. E levou as notas pro departamento de trânsito procurar.
John saiu com um sorriso de vitória da sala, e foi pegar um cafézinho.
Enquanto isso, Wellington imprime os dados sobre o dono do carro e as últimas multas.
_____LCPD__________
Carro: Kuruma 1999
Cor: Verde azulado
Placa: GTA3-01
Proprietário(dono): Mike Hawke.
Infrações:
-Avançou o sinal vermelho em Aspatria(1/1/2000)
-estacionado irregularmente em Belleville park(5/3/2001)
Novas infrações(a partir da data do roubo)
-Avançou o sinal vermelho em Chinatown(ontem)
-Atropelou a Senhora Duckesne de 87 anos em Red Light District(Ontem á meia noite)
-Quebrou um poste em frente ao hospital(Hoje ás 7 da manhã)
_____________________

-Estes são os dados.- Disse o delegado enquanto mostrava os dados para john.
-Já mandou uma viatura atrás do carro?-`Perguntou John
-Sim, eles estão procurando aquela bodega agora mesmo.
O rádio do Delegado Wellington apitou.
-Senhor, achamos o Kuruma abandonado em frente á loja de automóveis em Harwood, e a mesma loja deu queixa de alguém ter roubado um Banshee vermelho.- Disse um dos oficiais no rádio.
-E lá vamos nós de novo procurar um carro- Disse John.
-Não se preoucope John, eu procuro o carro e você investiga viu?- Falou Wellington.
-Ok, ok...-Respondeu John
John jogou o copinho de café no lixo e foi ver Martha

Capítulo 4: O baile
Martha é uma detetive da divisão de homicídios, loira, inteligente, diploma de criminologia na parede, divertida, morava em Vice City até 1996, quando se mudou para Liberty.
-Oi Martha- disse John- Você vai ao baile?
-Eu acho que vou, mas estou ocupada com o assassinato de um membro da gangue diablos e um cafetão em Red Light District.-respondeu Martha.
-Eh, parece mais uma execução dos Leones...-pensou John.
-Ah, nem que Salvatore entre na casa branca e mate o presidente a sangue frio que vamos encontrar provas contra ele. Tudo some no meio do nada!
-Que tal você esquecer essa execução em Red Light, vir comigo ao baile e depois paramos no Greasy Joe pra jantar?
-Parece ótimo. Eu dirijo viu?-respondeu Martha
No dia Seguinte, John colocou uma roupa de festa, passou seu melhor perfume e foi ao baile, quando chegou, a banda estava tocando a música pretty woman do filme uma linda mulher.
John encontrou velhos amigos, encontrou McAffrey, Ray, o parceiro de McAffrey, e encontrou Martha. Os dois dançaram a noite toda até o baile acabar.
John levou Martha ao greasy joe, os dois conversaram sobre os recentes assassinatos.
-Sabe John, esta cidade está ficando cada vez mais violenta e perigosa - disse Martha bebendo uma lata de Sprunk.
-É. Cada vez mais eu quero me mudar daqui. Soube do pobre coitado que explodiu junto com o carro no Marco's Bistro? Acho que o nome dele era Mike Lips...-John comeu mais um docinho
-Não vejo a hora de me mudar para Wonder City no Brasil. Aquilo sim é uma cidade calma.-Disse Martha
-Wonder City? A tal cidade maravilhosa com o a estátua do Cristo redentor?-perguntou John bebendo sua pibbwasser.
-Essa mesmo.-Respondeu Martha
Antes que bebbesse o último gole de cerveja, John viu o suspeito entrar em um Manana.
-Fique aqui martha, acho que encontrei o suspeito.-Disse John levantando da mesa sem tirar os olhos do Manana cinza.
John Saiu do restaurante e antes que levantasse seu distintivo um sentinel bateu no manana e os dois carros começaram a sair correndo.

John se recuperou do susto, entrou no bar e Martha perguntou o que aconteceu.
-Aquele homem que entrou no Manana cinza, era um dos suspeitos que fugiram da explosão em Callahan bridge.
-John, não se preocupe, com a ponte inacessível, ele nunca fugirá de portland.-Disse martha dando um copo d'água para John
John recusa o copo d'água com um gesto.
-Vamos de volta ao departamento, temos muito o que fazer.

Capítulo 5- O banco
Ao chegar em sua mesa, John recebe o salário do mês em cheque. John faz uma cara de "Ah, de novo?" e levanta da mesa pegando sua jaqueta.
-Hey Wellington, eu vou ao banco em chinatown para retirar o cheque.
John entra em seu sentinel e o estaciona no old-school hall. Ele vai andando até o banco.
Ao entrar uma surpresa: Uma fila enorme o aguardava, deixando-o mais puto ainda.
a fila ia andando, mas demorava séculos. De repente, John começou a sentir que algo ia dar errado. Ainda mais que ali era chinatown, o bairro com mais assassinatos em portland.
Assim que chegou na mesa, um cabbie parou em frente á porta e 3 ladrões, usando meias de nylon na cabeça e ternos, entraram no banco atirando nos guardas.
Imediatamente John sacou a pistola e estourou as articulações da perna do primeiro ladrão, o outro apontou a shotgun em direção á ele e John acerta a cabeça do segundo. O terceiro saiu correndo e entrou no Cabbie gritando: ME TIRE DAQUI!
John tenta pular em cima do cabbie mas o mesmo é rápido demais e sai correndo dali.
3 viaturas da polícia saem correndo da esquina e correm atrás do cabbie.
uma ambulância e um policial chegam para retirar o ladrão com o joelho estourado enquanto a polícia retirava o corpo do ladrão morto.
John acompanhava a perseguição pelo rádio:
-O cabbie bateu nas janelas da loja abandonada e saiu correndo para Red Light District! Ele virou á direita em direção á pay and spray...
O rádio parou por alguns segundos...
-O cabbie desapareceu! Há 3 cabbies passando pela rua, mas nenhum deles é o nosso!
John colocou o rádio no carro e retornou para o departamento.
Assim que chegou em sua mesa, lá estava a identificação dos criminosos desaparecidos em Callahan bridge.

________LCPD______________
Nome do suspeito: Claude "Speed" Wilson



idade: 30 anos
Descrição: Caucasiano, cabelo preto e olhos castanhos, entre 1,80 e 1,90 de altura
Deficiências: Mudo devido á danos provocados por um tiro perto das cordas vocais.
Ficha criminal:
-Corridas de rua nas estradas de San andreas.(1990 e 1992)
-Assalto á uma loja de conveniência junto á namorada em Carcer City(1992)
-Execução de um policial em Carcer City(mesmo ano)
-Assalto á banco ao norte do estado de liberty city(outubro de 1992)
_Observações________________
Foi um milagre ele ter sobrevivido ao tiro.
Não é certo se o apelido Speed é o nome dele ou sobrenome.
Era dono de uma garagem em San Fierro junto á namorada.
Sofreu alucinações durante tratamento á base de drogas pesadas para se curar dos ferimentos, dizia estar em anywhere city trabalhando para a zaibatsu.
Afiliações:
Catalina
Carl Johnson
Miguel
8-Ball

________LCPD___________
Nome: Mullan "8-Ball"


Idade:
_______________________

O resto da ficha estava completamente rasgado, apenas com alguns pedaços
escritos:
Dono de um loja em S-

-S o quê? Pode ser Staunton Island, Saint Mark's, Qualquer lugar!!- Exclamou John

Capítulo 6- Triads e Leones: Os dois grandes problemas de portland.

John estava tomando café da manhã em seu apartamento em Saint Mark, lendo o jornal, quando o telefone tocou, era Leon McAffrey
-Hey garoto, se quiser ver algo interessante, venha até meu carro atrás da delegacia
-Se for seu pinto, não estou interessado.-Brinca John
-Haha, o grande comediante de Liberty, venha logo antes que eu mude de idéia!
John vai andando até a delegacia, onde encontra o Banshee de McAffrey. Ele entra no carro e McAffrey começa á falar:
-Eu tenho um suspeito, o nome dele é Toni Cipriani, filho da senhora Cipriani, dona do restaurante "Ma Cipriani".
-Ei, eu conheço esse restaurante, eu costumo almoçar lá. Eles tem uma ótima lasanha de quatro queijos!-Diz John
O carro para no beco de um prédio, McAffrey aponta para uma escada de incêndio.
-Vamos subir ao telhado por aquelas escadas, é mais seguro de vigiar dali.
John pega sua câmera e sobe o prédio de cinco andares. Os dois se escondem no telhado de frente para o restaurante da Ma Cipriani.
-É só esperar e vamos ver alguma ação.-Diz McAffrey.
Eles esperam um tempo até dar 9:21, de repente um mafia Sentinel estaciona no pátio do restaurante. Um homem sai do carro.
-Eu conheço aquele rosto! É Claude Speed!!-Diz John, Tirando fotos de Claude entrando no restaurante.-O que ele faz ali?
-Ah, todos adoram almoçar ali... pode ser que ele não seja exceção.- diz McAffrey.
Claude pega uma carta e começa á ler.
-Aquela carta deve ser alguma instrução pra algum trabalho...-Pensa John.
Claude coloca a carta no bolso e sai correndo do restaurante e entra no Mafia Sentinel.
-Vumbora!! Ele tá saindo, vamos seguí-lo!-Exclama John, correndo pelas escadas.
Claude já estava muito na frente, mas o banshee conseguiu alcançá-lo. O carro de Claude entra em um terreno que fica do lado da concessionária de automóveis de portland.
John dá um Zoom com um binóculos e vê Claude pegando uma caixa de granadas e colocando no banco passageiro do carro.
-Ele vai aprontar algo- Diz John.

Claude dirige o carro até Chinatown e joga a primeira granada na frente de um carro da lavanderia Mr.Wong. O carro explode em consequencia disto.
-Chame reforços para seguí-lo. Vamos voltar á delegacia e arquivar tudo.-Diz John.

No dia Seguinte A prmeira página do jornal Liberty Tree mostrava:

_______LIBERTY TREE___________

TRIADS E LEONES: O GRANDE
PROBLEMA DE PORTLAND.
-por Sean Staunton.


Uma das principais máfias de Liberty está numa
Luta feia contra os triads em portland, os Leones estão atacando
com tudo nos triads, ontem, 3 carros da lavanderia Mr.Wong, que
era uma faixada da triad, foram destruídos pelo fugitivo Claude Speed,
que fugiu da explosão Callahan, e é um dos principais suspeitos. Há
também provas de uma testemunha anônima, que postou fotos do suspeito
entrando no restaurante de Ma Cipriani, que de acordo com a polícia, já foi
suspeita de ter se envolvido com os Leones, assim como seu filho, Toni Cipriani,
que ganhou várias acusações de ter participado em confrontos contra triads no
ano passado, mas a polícia não tinha provas disso.
mais detalhes na pág 8.

Capítulo 7- Festão em Atlantic Quays. E mais problemas em chinatown.

John estava assistindo TV quando recebeu um SMS de um agente da narcóticos:

“Hey John! Quer ajudar um velho amigo? Venha pra delegacia.-Sonny Tubbs-

John vai até a delegacia e encontra Sonny e alguns narcóticos planejando um ataque junto á SWAT.

-Ok pessoal, este vai ser o negócio mais fácil do mundo. Caso alguém queira fugir eu coloquei um transmissor em todos os carros estacionados. E.. Oh! Aí está você John!

-Oi Sonny, qual o plano?-Pergunta John

-Nós simplesmente vamos entrar naquele clube e pegar de vez aqueles traficantes de Spank!- Responde John.

-O que diabos é Spank?- perguntou John

-É uma droga nova que os diablos criaram. Deixa a pessoa num estado de nirvana, mas logo depois esse nirvana vira um inferno fazendo com que a pessoa vire um maluco suicida. Isso em doses muito altas, em doses pequenas a pessoa fica com uma forte dor de cabeça e paranóia.-Explica Sonny.

Sonny e John entram em uma viatura e seguem o carro da SWAT. Uma voz no rádio manda reforços á festa.

“4-5 para todas as unidades: Ajudar uma busca dos narcóticos em atlantic Quays.”

Ao chegar no local, sonny avista uma limosine preta:

-Ei, aquele carro não estava aqui!-diz Sonny.

Os drogados começam á lutar contra a polícia enquanto os convidados da festa fogem para seus carros. Uma garota entra na limosine preta e a mesma corre em direção ás grades, para despistar os carros da polícia. John não pode segui-los, pois estava lá dentro com Sonny retirando as caixas de spank para apreensão.

Assim que John e Sonny catalogam as provas no departamento, o Delegado Wellington chega e diz:

-Temos problemas em chinatown! Os leones e os Tríades estão em guerra total!

John recarrega sua pistola e entra em seu sentinel, correndo para chinatown.

Assim que chegam, uma guerra em escala total está acontecendo. Tríades jogando molotovs, Leones explodindo lojas... De tudo estava acontecendo.

-Bem, vai ser difícil sair daqui vivo. Mande a SWAT chamar os meninos deles.-Disse Wellington.

Assim que John termina de chamar a Swat, ele vê um Leone Sentinel estacionando na entrada de chinatown. Ele Vê Claude e mais 3 anônimos saindo do carro.

-É ele!-Diz John pra si mesmo, saindo do carro se preparando para abordar o grupo.

Wellington para John antes que faça alguma coisa, e briga com ele:

-Puta que pariu John! Você tem que se controlar, desde quando você acha que é o super-homem para prender um grupo inteiro de mafiosos e ainda sair sem um arranhão ou membro arrancado fora? Espera a porra da SWAT chegar!

A SWAT chegou e prendeu vários Tríades, mas a maioria se suicidou ou fugiu antes de serem capturados. Os Leones todos fugiram.

Capítulo 8- Informações sobre os Leones.

John estava assistindo um programa na Weasel, Venturas Poker Challenge:

-Oh! Parece que Chris Cummings está vencendo a partida! Não espere um pouco: Terry Kim aposta tudo que tem na mesa! E parece que Chris está aceitando o duelo! Quem vai vencer? Eles estão mostrando as cartas e.... Terry Kim vence com um Royal Flush!

De repente o celular toca. Era Wellington.

-Olá John.

-Hey Wellington, novidades?-Perguntou John bebendo mais um gole de Pibbwasser.

-Sim, eu tenho um contato pra você que pode oferecer ótimas informações sobre os Leones.- Diz wellington

-Então Qual é?-Pergunta John pegando um bloquinho de papel para anotar as indicações.

-O nome dele é Curly Bob. Ele é bartender do Sex Club 7 em red light district. Ele te encontra hoje ás 20:30 nas Docas Portland.

John pegou as informações e desligou a TV. Eram 19:45 e ele tinha que se arrumar rápido.

John pegou seu sentinel e foi até as docas. Ao chegar lá, Curly bob estava ao lado de um Kuruma azul claro.

-Oi *SNIFFF* eu sou Curly bob, você *SNIIFFF* deve ser o policial que devo passar as informações né? *SNIIFF*

-Sim, sou eu.—Responde John. -Porque está respirando estranho?

-Ah, eu peguei um resfriado*SNIFFF*, quando não consigo um táxi eu tenho de ir andando*SNIFF* pra casa nesse frio infernal!-Responde Curly.

-Eu sei. Quais são as informações?-Pergunta John

-Don Salvatore Leone está ficando nervoso, *SNIFF*e anda tomando remédios pesados pois acha que vai morrer *SNIFF*em breve, tem ido á psicólogos e coisa e tal.

-Hmm... Interessante, algo mais?-Perguntou John.

-Ah *sniff* Sim, tenho algo interessante pra você: *SNIFF* o Salvatore tem um capanga novo, Claude, *SNIFF* é ele que anda fudendo os Tríades para os Leones*SNIFF*.-Respondeu Curly.

-Eu conheço esse tal Claude... É um dos procurados lá na delegacia.-Diz John.

-Mais*SNIFF* uma coisa! Joey Leone anda intensificando também a guerra contra os Forellis. *SNIFF*Ele mandou assassinar *SNIFF* Mike Lips e outros membros dos *SNIFF* Forellis.

John se lembra do assassinato de Mike Lips. Estava tudo claro. Mais algumas provas para prender Salvatore Leone!

Capítulo 9- Investigando os Forellis.

John pegou um táxi para o Marco’s Bistro. Entrou pela porta dos fundos e tentou subir pela janela do escritório de um dos irmãos Forelli.

John começou a investigar e tirar fotos de tudo: Documentos, fotos, Listas negras, e etc.

Assim que John se preparava para voltar para a delegacia e dar adeus ao escritório e incriminar os Forellis, um dos capangas dos Forelli entra no escritório.

Rapidamente John joga a câmera nos arbustos abaixo da janela, sem que o Forelli perceba. John foi rendido e levado aos porões do restaurante. Lá embaixo, é preso numa cadeira por horas. Acabou adormecendo. Quando eram umas 11 horas da noite, é acordado com um taco de baseball na cara, estava sendo torturado.

Após levar bordoadas o bastante para causar um aneurisma cerebral, é apresentado á Luigi Forelli, um dos irmãos Forelli.

-Olá senhor John Reed. É um prazer conhecer um grande membro da polícia de Liberty...-Diz Luigi.

-Não tenho tanto Status assim na polícia meu caro.-diz John.

-Olhe só! O Filha da puta é modesto!-Diz Luigi.

Assim que terminou a frase, Luigi deu um chute na cadeira, tombando John para trás. Luigi colocou o pé em cima de John e disse:

-Eu sou invencível senhor John. Nada pode me deter. Nem mesmo uma doença ou a própria morte. Sou o dono do mundo.

-Ah, VAI SE FODER!-Grita John.

Luigi pede o taco de baseball, e se prepara para terminar a carreira de John ali mesmo.

John consegue afrouxar as cordas amarradas nos pés e desfere um bicudão no saco de Luigi Forelli, o mesmo começa a chorar de dor.

Os capangas vão socorrer Luigi e torturar ainda mais John, mas como num filme de Jackie Chan, John levanta com a cadeira nas costas e se joga de costas para um capanga.

A cadeira quebra libertando John, o capanga desmaia e o outro tenta atirar com a pistola, mas a mesma emperra.

-Funciona cacete!-Diz o capanga.

John pensa rápido, pega o capanga desmaiado e joga no outro, pegando a pistola. John percebe que a mesma está sem munição, e procura munição no corpo de um dos capangas. John acha a munição, mas os capangas começam á descer as escadas para acabar com ele.

John desfere um tiro na cabeça de cada um dos capangas e mais um em Luigi Forelli.

John foge pela janela, e no mesmo segundo que sai, os capangas conseguem abrir a porta. Ele pega a máquina fotográfica nos arbustos e sai correndo, pegando o metrô perto dali.

Capítulo 10- “The Day After.”

John chega na delegacia com o nariz sangrando e muita dor de cabeça. Wellington vê seu melhor detetive neste estado e vem ajudar.

-Meu deus Reed! O que aconteceu? Quem fez isso? Onde esteve este dia todo?

-Eu estava investigando os Forellis, para achar alguma prova contra Joey Leone. -responde John.

-Mas que merda John! Eu disse para você não fazer uma coisa dessas sozinho! Um dia você vai morrer deste jeito!-Exclama Wellington.

Wellington manda um time varrer o Marco’s bistro, enquanto John catalogava as provas.

Martha chega na delegacia com uma péssima notícia.

-John, seu contato, Curly Bob, está morto. Foi assassinado enquanto você estava no Marco’s Bistro.

Isso tudo só deu mais dor de cabeça para John, que foi pegar uma aspirina.

Em seguida, Martha foi falar com Wellington:

-Senhor Delegado, estou preocupada com John. Ele está se arriscando demais nesse caso, ele quase foi morto!
-Bem Martha, você sabe o que aconteceu, ele está procurando vingança pela morte de seu irmão.-diz Wellington

-Não acha que deveria dar uma folga pra ele antes que ele se mate?- Pergunta Martha

-Ele está no clímax da investigação! Talvez finalmente vamos conseguir colocar Salvatore atrás das grades!-diz Wellington.

Martha olha para John pela janela da sala do delegado.

-Oh... Você está apaixonada por ele?-Pergunta Wellington.

-Talvez. Eu não tenho certeza. Quer dizer, como posso fazer isso sem destruir nossas carreiras por causa do afeto?-Pensa Martha.

-John tinha afeto pelo seu irmão, mesmo assim ele não destruiu a carreira dele.

Martha volta para sua sala na divisão de homicídios, bem pensativa sobre isso.

Capítulo 11- O barco virou!

Era meio dia e meia, nosso protagonista estava passeando com Martha na praia perto da mansão Salvatore. Eles param embaixo do arco de pedra que sustenta a casa e sentam ali.

-Reed, sinto muito pelo seu irmão.-Diz Martha

-Eu sei. Todos sentem. Morte é como uma maldição jogada nos humanos. Como diz na bíblia, estamos abençoados e de certo modo amaldiçoados. -Filosofa John.

-Nossa que lindo, você que inventou isso ou leu em algum lugar?-Pergunta Martha

-Andei lendo a bíblia sabe... –responde John.

-John, eu te amo.

-Eu também te amo Martha.

Os dois se beijam e se abraçam, a coisa começou á evoluir, e de repente se ouve uma explosão vinda das docas.

-Vamos ver o que aconteceu-Disse John.

Ao chegar lá, um dos barcos havia afundado por causa de uma explosão. Sonny Tubbs chegou logo em seguida.

-Oi pessoal, tudo bem?

-Bem? Isso está longe de estar bem!- exclamou John

-Pode esclarecer o que acabou de acontecer?-Pergunta Martha

Sonny colocou seus óculos escuros e tirou um arquivo de fotos de dentro do Infernus dele.

As fotos mostravam carros sendo carregados de SPANK e outras drogas, tudo ao lado do navio que acabara de afundar.

-Então esse navio era uma fábrica de SPANK?- Perguntou John.

-Eu reconheço este lugar, foi aqui perto que encontraram o corpo de Curly Bob!- Reconheceu Martha.

-E quem estava por trás de tudo isto?-Perguntou John.

-O cartel colombiano. Íamos invadir o local hoje á noite, conforme o plano da SWAT, mas parece que algum “vigilante” chegou e detonou tudo primeiro.- Respondeu Sonny.

O trio de detetives ficou olhando pro navio afundado.

-Então, uh... O que fazemos?-Perguntou John.

-Eu vou para Staunton atrás do Cartel. A ponte vai ser terminada ainda esta semana. -Disse Sonny.

Uma viatura da polícia chegou com um oficial e uma testemunha.

-Este homem disse ter visto um carro suspeito entrar nas docas.-Disse o oficial.

-Pode dizer o que aconteceu. -Disse Sonny pegando um bloquinho pra anotar o testemunho. -Como eram os ocupantes?- Continuou ele.

-Oh, um deles era um daqueles caras que fazem rimas e coisa e tal, tava com as mãos enfaixadas e tudo! O outro usava uma jaqueta preta, camisa preta e era aparentemente mudo.

John perguntou ao oficial se viu os suspeitos saírem das docas. O oficial negou:

-Ninguém, apenas uns pedestres, que viram um tiroteio danado entre os cartels. Disseram ter visto alguém de sniper num armazém ao lado do navio.- Disse o oficial

Sonny terminou de entrevistar as testemunhas e ofereceu carona ao casal. Ele leva os dois para a casa de John em Saint Marks.

-John...- suspirou martha.

-Que foi? Sentiu um mal estar?

-Não. Temos uns negócios que não terminamos- Disse Martha abraçando-se á John.

Os dois dormiram juntos e fizeram amor naquela noite. Não vou contar detalhes que isso é GTA e não um romance barato de jornaleiro.

Capítulo 12- Mais uma perda.

A ponte estava quase pronta. Eram oito horas da manhã. John e Martha acordaram e foram tomar café. O jornal Liberty Tree mostrava a tragédia do dia anterior:

Liberty Tree

Terror nas Docas Portland!


-Por Yaeko Yumi

Ontem, 12:31, o navio cargueiro Spanked-up foi completamente detonado

por uma dupla de criminosos. O cargueiro em si, de acordo com a polícia, era usado

para a fabricação da droga Spank, que causa alucinações e até psicose. Também de acordo com a polícia, o navio era da cartel colombiana, que vem sido culpada pelo spank espalhado pela cidade, e os dois criminosos que explodiram o barco também foram identificados esta noite, através de retratos falados e testemunhos, os suspeitos indicados foram os foragidos Claude Wilson “Speed” e 8-ball.

Mais detalhes na pág 8 e 9.

-Eu sabia, esse tal Claude Speed é culpado por muita coisa aqui em portland.- Pensou John.

Martha e John saíram ás 9:30 para irem á delegacia. Ao chegar, Wellington chegou todo feliz para John.

-John, rapaz! Se não fosse você, estaríamos perdidos nesse caso! Finalmente me levaram á uma pista que pode nos ajudar á incriminar Salvatore Leone de uma vez por todas!

Wellington e John entraram na viatura da polícia e foram até o distrito red light. Um carro esporte estava deixado no beco.

-Eu entro no carro e levo para a delegacia. Você pega as chaves do meu carro e volte.- Disse o delegado Wellington.

Assim que John saiu do beco, o carro esporte explodiu, tacando fogo em todo o beco , matando Wellington e jogando John para longe.

John olhou para o beco em chamas e os restos do carro misturados com os restos de Wellington.

-Não... Não... NÃÂÂÂÂO!!!!!- Gritou John em desespero.

Capítulo 13- Salvatore tem que morrer.

A ponte estava concluída, Leon McAffrey veio á delegacia para dar uma luz á John.

-John, faz tempo que não temos uma longa conversa. - Diz McAffrey, estendendo um lenço de papel para John. Ele pega o lenço de papel e limpa as lágrimas.

-O que tem em mente?-Diz John limpando as lágrimas com o lenço de papel.

-Eu tenho informações sobre a morte de Wellington. O carro não era para ele. Era par Claude “Speed”. Era uma armadilha para acabar com o criminoso.

-E o que mais?- Pergunta John olhando para o nada, como se estivesse pensando.

-Salvatore, seu filho Joey e Tony Cipriani estarão no Sex Club 7 para comemorar o desaparecimento de Claude.- Responde McAffrey estendendo um cartão com o nome do clube e telefone. John recusa o cartão e diz:

-Eu sei onde fica, já estive lá.

-Vai precisar de ajuda se não quiser morrer nas mãos dos Leones!- Exclama McAffrey.

-Quando eu encurralar Salvatore, ele vai precisar de ajuda.- Diz John pegando sua capa de chuva e fechando a porta.

Estava chovendo. Nem muito nem pouco, estava simplesmente chovendo. John se posicionou na esquina para olhar de longe a atividade do sex club 7. Carro passa, pedestre entra... Pedestre sai... Pedestre sai bêbado com 2 prostitutas de cada lado... entra mais dois pedestres... Estava um festão. Parece que Salvatore convidou todos os associados para comemorar a vitória sobre os Triads, Claude e a Cartel.

Nisso, vários Sentinel’s dos Leones estacionaram em frente ao clube, John ficou vigiando. Salvatore Leone sai pelos fundos do clube e John avista um vulto no telhado do prédio vizinho: Claude Speed.

-uh? É ELE!- Gritou John. Claude fez uma cara de “OH MERDA” e atirou nos pulmões de Salvatore, os restos dos capangas começaram a atirar contra o prédio. Claude entra em um yakuza stinger, sai correndo e atropela os capangas.

John sai correndo, para não ser atingido por Claude ou pelos Leones.

Intermezzo Uno: As últimas palavras de Salvatore.

Salvatore caiu no chão, sangrando muito, chorando de dor e agonia. Luigi Goterelli, Tony Cipriani e Joey Leone se juntaram em volta de seu Don.

-F-filho, venha cá- Titubeou Salvatore.

-Sim pai! O que foi?- Perguntou Joey.

-Acabou, fuga com Tony e Luigi para vice city ou outra cidade longe daqui.

-Não pai! Eu vou tomar conta e acabar com Claude e a yakuza! – Exclamou Joey

Salvatore sorriu e acariciou a cara de seu filho. E virou-se para Luigi Goterelli.

-Luigi, dê um tchau para as suas garotas para mim.- Disse Salvatore.

Salvatore cuspiu um pouco de sangue. Estava já nas últimas. Virou-se para Tony:

-Tony, você sempre foi meu Capo. O melhor que alguém já teve na cidade. Caso algum atentado ocorra contra Joey *tosse sangue*, você será o Don... Don Cipriani...

Salvatore olhou para o infinito e fechou os olhos. Havia morrido. Joey começou a chorar. Luigi e Tony, com lágrimas nos olhos, saudaram Salvatore pela última vez.


GTA III : O Jogo da Década

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O Famoso site Yahoo! fez um TOP 10 com os maiores jogos da Década de 2000.
No TOP 10 o site ainda diz que ...
A Natureza suja e implacável de Liberty City altera sempre a paisagem do jogo apresentando aos jogadores um conceito de "mundo aberto".




"San Andreas poderia ter vendido mais cópias e GTA IV poderia ter se beneficiado melhor na sua semana de lançamento. Porém, nenhum jogo poderia impedir o lançamento desse rebelde revolucionário."

Para ver o TOP 10 clique aqui

Concurso imagem mais foda

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O gta zoom começou um concurso foderoso de imagem mais fodástica para ve-lo clique aqui. Porque eu to anunciando aqui? Porque GTA III também é valido! Uma imagem do nosso clássico querido também poderá ganhar.
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Atenção!
•As imagens de outros gtas só serão publicadas no gtazoom somente as do 3 serão exibidas aqui e a ganhadora tera uma postagem de honra aqui e no zoom.
•Sem photoshop, mods que alterem o game play(skins e carros podem), e merda.. é existem fotos ficam uma merda nada de merda então!
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